Trinta e Dois
Aqui não há fotografias. Façam o favor de sair, seus fedelhos.

escreve-me!


domingo, março 07, 2004  

Ontem comprei o Paul's Boutique dos Beastie Boys. Hoje estive a ouvir. Foi uma experiência ambivalente. Estranhamente ou talvez não, apesar dos Beastie Boys terem sido o primeiro projecto de hip-hop que ouvi, desde que comecei a interessar-me mais intensamente pelo género nunca os revisitei. Até agora. Deste regresso retiro para já, uma certa irritação com a voz dos gajos, que é anasalada, gritada e cujo flow está demasiada presa aos formalismos ritmicos do género, sendo reveladora de alguma falta de individualidade. No lado oposto, os instrumetais parecem-me riquíssimos, numa linha semelhante à dos De La Soul em 3 Feet High and Rising, com groove elevado cheios de inversões melódias e ritmicas e sempre surpreendentes/engraçados.

Bem, refira-se que isto é o resultado de uma primeira audição. Vale o que vale.

posted by Alexandre | 3:40 da tarde


segunda-feira, fevereiro 23, 2004  

Sequência perfeita: "Winds of Change" dos Scorpions seguida de "Play" de J.Lo. Rock em versão épica com mensagem universal mergulhado na melancolia do inatingido, seguido de pop hedonista superficial com batida upbeat para pista de dança. Querem mais? Pois é. Não dá mesmo.

posted by Alexandre | 7:26 da tarde
 

"I'm a Believer" - The Monkees

Obviamente uma grande canção. Podia-se dizer muitas coisas sobre esta, mas vou-me ficar por alguns "pormenores" que acho deliciosos.

Uma primeira referência vai para o facto de estamos perante uma das canções pop em que a pandeireta é mais eficaz, transportando-nos ao longo dos versos num estado de constante ansiedade. Este, por sua vez, concretiza-se no refrão com uma linha de orgão absolutamente viciante, que ao mesmo tempo quebra o ritmo dos versos e imprime-lhe um novo ritmo alucinante.

Outro grande momento, o meu preferido, é a forma como no terceiro verso do refrão, depois de ser cantado "i'm in love" e antes de se passar para a segunda parte deste verso em que é cantado "I'm a believer", se ouve um som de prazer ingénuo e inocente, sem qualquer ponta de cinismo. O refrão aí muda novamente de ritmo e termina a meia velocidade, como que acentuando as restantes palavras tidas como essencias: "I couldn't leave her if I tried". Perfeito.

Claro que não há só aspectos maravilhosos. A letra é um pouco inconsistente. O Neil Diamond começa por escrever que "I [ele, entenda-se] thought love was only true in fairy tales" no primeiro verso da primeira estrofe, para no primeiro verso da segunda estrofe já afirmar que "I thought love was more or less a given thing". Podemos detectar alguma inconsistência aqui, o que pode significar alguma aplicação de fórmula de resultado confirmado e alguma preguiça poética.

No entanto, se pegarmos em ambas as estrofes individualmente, estas são apaixonantes. Descrevem sentimentos bastante simples e encantados (mesmo no seu desencantamento) acerca do amor, ou da ausência deste, o que é perigosamente angustiante. Temos que contextualizar esta canção e perceber que foi num momento em que o amor era a palavra chave de uma geração. Era o período de todas as viagens, de todos os sonhos, do amor livre, e a nossa personagem surge-nos como que perdido, descrente em relação a tudo, sem conseguir ser parte desta, pela ausência daquilo que a moveu. Até que no refrão, após um encontro (que se presume) acidental (ou pelo menos, não previsto), se tornar crente (believer) e participante. Para demonstrar esta descrença e posterior crença, transcrevo-vos a segunda parte da letra da canção.

"I thought love was more or less a given thing,
Seems the more I gave the less I got.
What's the use in tryin'?
All you get is pain.
When I needed sunshine I got rain.

Then I saw her face, now I'm a believer
Not a trace of doubt in my mind.
I'm in love, I'm a believer!
I couldn't leave her if I tried."

Arrisco-me a dizer que é um dos mais perfeitos documentos da pop da década de 60.

posted by Alexandre | 3:55 da tarde


sábado, fevereiro 21, 2004  

Estou neste preciso momento a fazer a minha primeira investida pelo Speakerboxxx/ The Love Below dos Outkast. Só agora? Oh, pois é. Expectativas elevadas e até agora o Big Boi não se está aportar mal. Espero vir ainda a falar muitas vezes destes álbuns aqui.

posted by Alexandre | 11:33 da tarde
 

"Molly's Chambers" - Kings of Leon

O gajo dos Kings of Leon tem uma das vozes mais monótonas e deliciosamente desprovida de qualquer capacidade melódica que ouvi nos últimos tempos. Atenção, isto é um elogio. Paradoxo? Como queiram.

posted by Alexandre | 11:30 da tarde
 

A verdade é que não acho piada nenhuma aos últimos. Ontem estava a dar na VH1 um top 10 de canções stadium rock e a primeira que apanhei foi o clássico dos Scorpions "Winds of Change", ao qual achei muita piada. Ok, é muito pirosa, mas não deixa de ser elegante e... bem... cativante, naquele descabimento épico baladeiro. Mas, com os Scorpions vieram também os Aerosmith, os Bon Jovi (nº 1 sirs) e os Mettalica, e devo dizer-vos que mesmo cheio de vontade de achar piada a essas canções, não encontrei nenhum motivo de simpatia. O que eu vi e ouvi foram simplesmente canções bimbas, idiotas, foleiras, sem qualquer tipo de lugar numa caixa de recordações da música popular, pelo menos numa caixa em que eu tenha algo a dizer. Atenção, isto não é uma crítica a um género, mas sim a certas bandas que praticaram o género e, mais especificamente, às canções que fui exposto dessas bandas. Claro, isto tudo para dizer que não gosto dos Mettalica e que se já gostei foi porque era parvo.

posted by Alexandre | 5:04 da tarde
 

O início da "Meadow" dos Espers podia muito bem ser o início de uma versão acústica de uma canção dos Mettalica. Assustador.

posted by Alexandre | 4:54 da tarde


terça-feira, fevereiro 17, 2004  

Ok, eu tenho a noção que os meus dois últimos posts foram sobre bandas indies. Eu sei que isso não é bom, que isto indica que estou a perder o mundo que está lá fora, mas tenham calma. Não vale a pena estar com precipitações. Eu também oiço outras coisas. Nesta casa a palavra ecletismo não é uma opção, é uma realidade vivida e sentida. E para o comprovar, meus senhores, deste ano de 2004 que ainda agora começou o sr. Alexandre recomenda-vos: o excelente novo álbum dos CLOUDDEAD (Ten), que não por acaso tem uma canção chamada "Pop Song"; noutra linha completamente distinta, ou talvez não, podem espreitar a última edição dos Tortoise (It's All Around You); não ficando nada mal ao lado do álbum dos Califone (Heron King Blues), que não me parecendo extraordinário, vale pela sua subtileza e reconforto, tendo mesmo em alguns temas, excelentes momentos; outra nota extremamente positiva vai para os Xiu Xiu e Fabulous Muscles, tratando-se de um produto particularíssimo e desconcertante; por último, vale a pena referir os álbuns dos Liars (They Were Wrong, So We Drowed), do qual estou a gostar cada vez mais (apesar das reticências iniciais), e dos Oneida (Secret Wars), que não trazendo nada de particularmente novo, é extremamente incisivo e entusiasmante. E há mais, rapaziada, mas fica para uma próxima vez. Sim, André, estou a pensar nos Ghost...

posted by Alexandre | 9:09 da tarde
 

Hoje estive a ouvir o disco de estreia dos Franz Ferdinand, intitulado (de forma original) Franz Ferdinand. Parece que o disco é um dos hypes de 2004, e já estou a prever todos os discursos de excessivo entusiasmo dos rendidos e de desinteresse mais ou menos forçado da oposição. Claro que há também todos os outros. O resultado da minha primeira audição (a sério) foi desconcertante. O disco começou bem, com canções interessantes, atingindo um ponto ao terceiro tema, com o single (justamente sobrevalorizado) "Take Me Out". A canção seguinte ainda me entreteu, mas a partir dai entrei numa monotonia tremenda. As canções não eram más, mas também não tinham nada de memorável, pareciam versões menores de um conjunto de intenções louváveis. Até uma das canções que supostamente deveria levar ao delirio as multidões indie ("This Fire" - segundo single?), pareceu-me sem expontaneidade, demasiado presa a formalidades construtivas, demasiado previsivel e linear, enfim, sem chama. Contudo, e quando morria de tédio e estava em fase de desistência, o disco começa a parecer melhor, terminando com duas/três (não sei precisar) canções que me pareceram muito boas, sendo uma delas excelente. Ai questionei-me: será que a parte inicial e final do disco são as melhores, ou será que gostei das primeiras reflexo do hype e gostei das últimas porque (e depois da desilusão) comecei a entrar na cena Franz Ferdinand? Inclino-me mais para a primeira hipótese, mas por via das dúvidas,a próxima vez que ouvir o disco vai ser em shuffle.

posted by Alexandre | 8:53 da tarde
 

Não estava preparado para isto. Fiquei em choque. "O que é que se passa?", perguntam, "o que é que fizeste?", insistem. Bem, nada de especial. Puz o novo álbum dos The Walkmen, e estava sossegado a ouvir o disco e a tratar de umas coisas na net, até que, sem aviso, sem qualquer insinuação, confronto-me com a sexta faixa, intitulada "138th Street" (lembram-se de algo?). "Mas, o que é que essa canção tem de especial?", perguntam impacientes. Pá, é assustadoramente dylanesca, isto sem qualquer tipo de vergonha ou tentativa de dissimulação. Eu sei, tu sabes, eles sabem e querem que se saiba. Pelo menos, espero que assim seja. Isso é bom? A canção é boa? Terei que ouvir com outra atenção. Para já, não me parece. E, de qualquer maneira, não escapa ao exercício de estilo, com todos os maneirismos dylanescos possíveis. Lembram-se do Eric Carr ter falado no Dylan? Eu não. Pois é.

posted by Alexandre | 8:18 da tarde


sábado, janeiro 31, 2004  

Entrevista bastante interessante a Kurt Wagner no Y desta semana. Podem conferir no Público Online, aqui e aqui. Vale a pena espreitar. Apenas uma nota, para quem não conhece bem a discografia dos Lambchop. Ao longo do texto há uma referência que vos pode causar algum desconcerto, quando Kathleen Gomes refere um tal álbum de 1996, intitulado How I Quit Smoking. Imagino que a partir do conteúdo das perguntas e comentários da entrevistadora, possam ficar desconcertados com a existência de uma edição anterior a 2000. De facto, a Kathleen Gomes não está enganada, não senhor, esse disco é mesmo de 1996, e não de 2001 como qualquer leitor mais desconfiado do seu rigor jornalístico pode ter pensado, e os Lambchop têm mesmo, pasme-se, mais três álbuns de longa duração anteriores ao Nixon, tendo o primeiro sido editado em 1994. Para mais informações, podem consultar aqui o All Music Guide, onde até podem descobrir que a única cópia que sobrou do EP-raridade-de-Kathleen-Gomes-e-amigos-comprado-após-o-concerto-em-Portugal-e-porque-não-dizer-Lisboa Threasure Chest The Enemy encontra-se nos EUA, nas mãos do felizardo crítico do AMG Jason Ankeny.

posted by Alexandre | 3:11 da tarde


sexta-feira, janeiro 23, 2004  

Contra corrente à sobrevalorização imensa que o Talkie Walkie dos Air está a ter em Portugal (pelo menos nas publicações do costume), surge esta crítica de John Bush para o All Music Guide. Das audições que já fiz ao álbum não posso deixar de concordar completamente com este último, acrescentando apenas o aborrecimento que o álbum se vai tornando ao longo das faixas e o carácter pretencioso que alguns temas têm ("Mike Mills"), tornando o cenário constrangedor.

Um aspecto referido, e que penso que merece ser sublinhado, é quando John Bush afirma que "Talkie Walkie ultimately succeeds because of Dunckel and Godin's renewed contentment to produce the tracks they do better than any other — ones with a surface prettiness but no great depth". É exactamente aqui que se coloca o locus da questão. É que se em Moon Safari esta superficialidade assumia contornos irónicos, hedonistas e lúdicos envolvidos numa pose cínica e sensual, o que ouvimos em Talkie Walkie é uma tentativa destes de aproximar-se da primeira fórmula, mas desta vez com uma suposta honestidade emocional, procurando ser sérios e profundos. O resultado acaba por ser uma superficialidade luxuosa, pretenciosa e pseudo-adulta, excelente para forrar paredes.

Não me surpreende que a recepção do disco fora de Portugal continue na linha do All Music Guide, o que se acontecer faz-me pensar que a fórmula do Fernando Magalhães é capaz de se tornar lei numa certa crítica nacional.

posted by Alexandre | 3:02 da tarde


quarta-feira, janeiro 21, 2004  

Acabei de ouvir o último disco dos Belle & Sebastian (Dear Catastrophe Waitress) e à primeira audição pareceu-me excelente. Isto é verdadeiramente preocupante. O que se passa é que um amigo meu, há uns dias enquanto se queixava de não gostar muito do álbum, disse-me que pensava que eu ia gostar do disco. Que esta mudança de estilo do B&S se adequava na perfeição às minhas preferências musicais. Ok, ele não usou estas palavras todas, foi mais uma referência atirada para o ar. Mas, mesmo assim, que cabrão! Ainda por cima, pelo que eu ouvi até agora, ele tem fortes probabilidades de ter toda a razão, o que me faz pensar que sou facilmente arrumável numa prateleira ou numa caixinha de gostos, como nos gráficos do Bourdieu. Agora, só me resta odiar o disco à força, para salvar o que resta da minha autonomia e integridade cultural. Porra para isto.

posted by Alexandre | 10:20 da tarde
 

Um primeiro aspecto que penso merecer relevo no meu top álbuns de 2003 é a presença de dois discos de hip-hop, ainda por cima nos 1º e 5º lugares. Para quem não me conhece (hey! tenho que pensar positivo e considerar a hipótese de alguém não meu conhecido ler isto) este facto em si não tem grande significado. Bem, talvez signifique que sou um bimbo por gostar de 50 Cent. Não estaria longe da verdade... De qualquer modo, e contextualizado, o hip-hop tem sido uma novidade na minha vida musical (não conto os tempos em que sabia de cor a letra de "Não sabe nadar" dos... Black Company?), e se comecei a interessar-me mais desde 2000, com o Stankonia dos Outkast, só no ano que passou é que comecei a sentir-me realmente confortável a ouvir álbuns deste género musical, sem sentir que estava em terrenos alheios que não compreendia muito bem. Não me tornei um especialista, não senhor, mas já não é uma massa indiferenciada que é qualquer tipo de música dentro do mesmo género cujos códigos não domino minimamente.

Apesar de não estar particularmente por dentro de todo o movimento de hip-hop underground que se tem desenvolvido pela Def Jux, este ano ouvi bastante hip hop, essencialmente clássicos, e penso ser reflexo desse entusiasmo que os nomes de Dizzee Rascal e 50 Cent entram na lista, com o primeiro a ter o direito de ser o meu disco do ano. Não foram os melhores discos de hip hop que ouvi, nem seria de esperar que fossem, mas foram claramente os melhores que foram editados em 2003, pelo menos dos que passaram pela minha aparelhagem.

O primeiro, que é muito na linha do novo hip hop underground cruzando com toda a cena UK garage, foi um fenómeno para mim. As rimas são rápidas, agressivas e incisivas, e ao mesmo tempo dançáveis, street wise e altamente ritmadas. Os beats conseguem exactamente o mesmo efeito. Sendo fortes e secos, recordando-me algumas linhas ritmicas do pós-punk, não deixam de ser acessíveis e dançáveis, não entrando naquele obscurantismo insuportável de tão denso que algum hip-hop tem optado. Claro que o álbum é extremamente eclético sem ser despersonalizado e que tem grandes faixas, como as brilhantes "I Luv You", "Fix Up, Look Sharp", "Jus' A Rascal" (todas elas singles!!!), e também "Sittin' Here", "Stop Dat"... enfim, eu podia ir escrevendo títulos de temas. O meu argumento aqui é que apesar de o disco ser variado, todas as faixas são excelentes, não sem que exista espaço para elas se destacarem. Não é daqueles discos homogeneamente bons (como os últimos discos dos GYBE! ou GY!BE, ou raio que os parta para bandas que mudam de nome a meio da carreira), mas um disco heterogeneamente fantástico. Tomem lá disto.

Já o 50 Cent é um gajo assustador! A história dele é maior que ele e o gajo parece que não recuperou totalmente dos tiros que levou. É resultado de um tremendo hype, é um produto para venda em massa, as letras falam de armas, de bitches e de como eu-50-Cent-sou-um-predestinado-de-Deus-e-sou-melhor-que-todos-os-outros-menos-o-Talib-Qweli, e é possivel que fale de carros, embora não tenha reparado em nada. Eu sei isso tudo e no entanto adoro a porra do disco. É estranho? Nem por isso, respondem em coro. Concordo que não tenho dado uma imagem muito positiva de mim mesmo ao falar com entusiasmado acerca daquele-último-single-do-Justin, contudo isso agora está na moda, portanto alinhem (e não precisam de ter aquele-disco-da-DFA). A verdade é que eu acho piada a toda a cena gangsta, e não a vejo como um insultou ou uma ameaça, mas sim como uma corrente estética tão fundamentada e interessante como outras.

O disco usa a história de vida de 50 e constrói um álbum extremamente eficaz que recupera a estética gangsta com alguma credibilidade (e sem filmes), que outros MCs não têm. Um exagero da realidade para fazer dinheiro? Espero que sim. Apesar disso, tem um óptimo sentido de humor e uma noção clara de todos os clichés do género (e de como os usar) e da mediatização do produto. É um disco que já era grande antes de o ser. Quando falamos do 50 como MC, ninguém se atreve a falar das suas grandes qualidades. As rimas não são particularmente imaginativas, limitando-se a recuperar códigos seguros, e as suas skills são lentas,o que não sendo obrigatoriamente mau, neste caso não têm a autoridade de um The Guru. Então? Tem que haver qualquer coisa! É slick, pá, é mesmo slick. Imaginei um Ja Rule com menos charros fumados e saido de um guetto de Nova Iorque. Por isso mesmo, a voz dele funciona muito bem no contexto do disco, e para além disso, o 50 é inteligente o suficiente para usar as óptimas produções a seu favor, deixando espaço para os instrumentais, sem querer impôr as suas skills naquelas ondas foleiras de ego trip típicas de MC sem qualquer noção do mundo real.

Sintetizando e arrumando na prateleira, são dois discos fantásticos, muito diferentes entre si, que marcaram o meu ano de 2003. Uma coisa interessante, é que apesar do meu interesse por hip-hop o ano passado ter sido muito, não tive muita atenção a edições do ano em questão, mais preocupado que estava com em familiarizar-me com os clássicos. Este ano, o caso é capaz de ser muito diferente, com um maior interesse meu em edições do ano presente, o que me leva a pensar que discos de hip-hop destacarei no final do ano, que tendências adoptarei, que tipo de leituras críticas farei, essas coisas interessantes que agora não tenho resposta.

posted by Alexandre | 10:12 da tarde
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